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8 livros para pensar o Brasil


De pesquisas históricas que iluminam o presente a análises da atual conjuntura política e social, esses são alguns dos livros para ler e embarcar na polícia brasileira. Confira a lista preparada pelo Grupo Companhia das Letras


1. Dinheiro, eleições e poder, de Buno Carazza

Especialista em direito e economia, Bruno Carazza criou uma metodologia original para destrinchar as engrenagens do sistema político brasileiro: compilou e cruzou um volume imenso de dados sobre doações de campanhas eleitorais, tramitação de projetos, votações e atuação parlamentar, todos contextualizados por fragmentos das delações premiadas e dos depoimentos de testemunhas ouvidas nas várias fases da Operação Lava Jato e do julgamento da chapa Dilma-Temer no TSE. Diante do cenário político e econômico atual, muitos autores têm procurado discutir se nosso presidencialismo de coalizão funciona. Bruno Carazza foi além, avaliando quais são os custos de seu precário funcionamento.

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2. Crise e reinvenção da política no Brasil, de Fernando Henrique Cardoso, com Miguel Darcy de Oliveira e Sergio Fausto

Diante da crise política atual, FHC rastreia as raízes dos problemas atuais do Brasil para propor, com a costumeira agudeza e honestidade intelectual, uma nova agenda para o país. Baseado em sua longa experiência de intelectual e estadista e em pensadores como Marx e Castells, o ex-presidente mapeia o itinerário a ser seguido no campo de batalha entre as forças do velho e do novo, sem perder de vista os valores de liberdade, igualdade e dignidade.

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3. O lulismo em crise, de André Singer

André Singer, o autor do conceito de "lulismo", enfrenta, neste livro, o desafio de remontar o quebra-cabeça dos anos em que Dilma Rousseff foi presidente da república e apresenta uma interpretação original para o funcionamento do sistema político-partidário brasileiro. Reconstruindo de maneira minuciosa o que chama de ensaio desenvolvimentista e ensaio republicano tentados por Dilma, o autor apresenta as razões pelas quais acabou vencedora a fórmula do senador Romero Jucá do “acordo nacional”, “com o Supremo, com tudo” para derrubar a presidente.

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4. Mil dias de tormenta, de Bernardo Mello Franco

Entre janeiro de 2015 e outubro de 2017, o Brasil viveu em estado de convulsão permanente, em uma espiral de escândalos que desafiou as melhores análises e previsões. Diariamente, Bernardo Mello Franco testemunhava, em sua coluna na Folha de S.Paulo, a sucessão de acontecimentos. Este livro começa em 1º de janeiro de 2015, quando Dilma Rousseff tomou posse como presidente pela segunda vez. Os fatos se sucederam em ritmo veloz, com desfechos inesperados. As colunas deste volume vão até o fim de outubro de 2017, quando a Câmara arquivou a segunda ação criminal contra Temer. Este é um livro já nasce como um documento de nossa história recente, um registro de impressionante lucidez em meio ao clima explosivo que tem tomado conta do país.

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5. Ser republicano no Brasil Colônia, de Heloisa Starling

Este ensaio de história e ciência política resgata do esquecimento o percurso das ideias de república no Brasil Colônia e a trajetória formativa da incipiente cidadania antes da Independência. Heloisa Starling realiza uma impressionante arqueologia da recepção e das adaptações da palavra "república" em sua vida natural na Colônia, soterradas pelo triunfo do Império e, em seguida, do regime de 15 de novembro de 1889. "Nesse momento que nós estamos vivendo no Brasil, voltar, conhecer uma tradição que foi esquecida é importante [...] para que a gente possa formular as perguntas corretas e enfrentar a situação que nós estamos vivendo, e talvez chegar, finalmente, a ter uma república ou acabar com esse nosso mal estar na republica", afirma a historiadora.

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6. Presidencialismo de coalizão, de Sérgio Abranches

Trinta anos depois da publicação do célebre artigo em que cunhou o conceito de "presidencialismo de coalizão", o sociólogo Sérgio Abranches realiza um agudo balanço da história republicana ao revisitar suas crises para entender os processos que encurtaram governos federais e abalaram a estabilidade institucional. Trata-se de uma radiografia das entranhas da política na ainda frágil democracia brasileira, que traz soluções renovadoras para a correção de suas falhas estruturais.

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7. O elogio do vira-lata e outros ensaios, de Eduardo Giannetti

Esta é uma reunião de 25 textos do economista Eduardo Giannetti que abordam assuntos pertinentes à identidade, à cultura e à economia. Os ensaios, escritos ao longo de três décadas, dialogam com as inquietações do presente e provocam reflexões necessárias hoje. No ensaio que dá título ao livro, por exemplo, levanta a questão: é possível virar do avesso o “complexo de vira-latas” — a expressão cunhada por Nelson Rodrigues para a subalternidade dos brasileiros em relação ao que é estrangeiro — e reinventá-lo não apenas como componente identitário, mas também como virtude tropical?

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8. Brasil: Uma biografia, de Lilia Schwarcz e Heloisa Starling 

Aliando texto acessível e agradável, vasta documentação original e rica iconografia, Lilia Moritz Schwarcz e Heloisa Starling propõem uma nova (e pouco convencional) história do Brasil. Nessa travessia de mais de quinhentos anos, se debruçam não somente sobre a “grande história” mas também sobre o cotidiano, a expressão artística e a cultura, as minorias, os ciclos econômicos e os conflitos sociais (muitas vezes subvertendo as datas e os eventos consagrados pela tradição). No fundo da cena, mantêm ainda diálogo constante com aqueles autores que, antes delas, se lançaram na difícil empreitada de tentar interpretar ou, pelo menos, entender o Brasil. A nova edição do livro, lançada este ano, inclui também um novo pós-escrito das autoras, que joga luz sobre a situação recente do país: a democracia posta em xeque, os desdobramentos das manifestações populares e o impeachment de Dilma Rousseff, entre outros acontecimentos marcantes dos últimos anos. O pós-escrito também está disponível gratuitamente em e-book.

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Fonte: Blog da Companhia das Letras 

Parceria: Companhia das Letras


Oi, pessoal. Tudo bem por aí? 

A novidade da vez é que o blog agora faz parte do Time de Leitores do Grupo Companhia das Letras ao longo deste ano. Através da parceria, o blog terá a oportunidade de apresentar ainda mais obras nacionais e internacionais para vocês, leitores, que há anos acompanham o trabalho realizado pelo blog em prol da literatura. 

Já é a segunda vez que o blog entra para o Time de Leitores. A primeira vez foi em 2018 e foi uma parceria maravilhosa. Não tenho dúvidas que 2020 será ainda mais incrível. Obrigado pela oportunidade, Companhia das Letras. 

Aproveitem para conhecer mais sobre o grupo editorial e algumas de suas obras: 

Fundada em 1986 por Luiz Schwarcz e Lilia Moritz Schwarcz nos fundos da gráfica Cromocart, que pertencia ao avô de Luiz, a editora surgiu com foco original em literatura e ciências humanas, sempre atenta à qualidade do texto, das traduções, do projeto gráfico e do acabamento em todas as etapas do processo de edição. Rumo à Estação Finlândia, do americano Edmund Wilson, foi um dos quatros primeiros títulos publicados e logo se tornou um grande sucesso; no total foram 48 lançamentos no primeiro ano. Hoje são 16 selos dedicados aos mais variados segmentos.

Ao longo dos anos, a editora selou importantes parcerias, entre elas a com os irmãos Moreira Salles, que se tornaram sócios em 1989. Em 2009, foi a vez de cruzar o Atlântico e se juntar à Penguin para lançar a coleção de clássicos universais e nacionais no mercado brasileiro. Em 2011, a Penguin adquiriu 45% das ações da Companhia das Letras. (Em 2013, a Penguin se fundiu com a Random House, criando a Penguin Random House, o maior grupo editorial do mundo).


Da junção da editora paulista Companhia das Letras com a carioca Objetiva, em 2015, nasceria o Grupo Companhia das Letras, que reúne o mais expressivo acervo de escritores e poetas brasileiros — de Chico Buarque a Jorge Amado, de Ruy Castro a Roberto Pompeu de Toledo, de João Ubaldo Ribeiro a João Cabral de Melo Neto, de Carlos Drummond de Andrade a Milton Hatoum — e um catálogo estrangeiro que prima por prêmios Nobel e pesos-pesados da literatura: Amós Oz, Fernando Pessoa, Haruki Murakami, Italo Calvino, J. M. Coetzee, Jorge Luis Borges, Mario Vargas Llosa, Oliver Sacks, Orhan Pamuk, Philip Roth e Salman Rushdie. Sem falar do grande time de autores de não-ficção, como Andrew Solomon, Daniel Goleman, Gay Talese, Simon Montefiore, Thomas L. Friedman, Walter Isaacson, Tony Judt, entre outros.

Querido por leitores de variadas idades, perfis e formações, o Grupo Companhia das Letras chega a 2016 como líder de mercado, segundo a Nielsen, congregando 1,5 milhão de seguidores via redessociais, com alcance mensal de 10 milhões de usuários pelas diversas plataformas digitais em que atua. A editora apostou desde o início no livro digital e hoje já tem mais de dois mil títulos convertidos em e-book.

O Grupo Companhia das Letras inaugurou um moderno depósito de seis mil metros quadrados em 2015, em Guarulhos (SP), e distribui seus livros em todo o território nacional, de forma rápida e eficiente. Possui também representantes de vendas nas principais regiões do país.

A Companhia das Letras valoriza a importância da diversidade e acredita no seu papel como uma editora mais plural e inclusiva.

Seus 200 funcionários trabalham divididos em dez departamentos a fim de garantir a publicação de cada um de seus livros sem perder de vista a ênfase na imaginação, na qualidade e na experiência de leitura característica de cada título.



Informações da editora 

Lançamento: "Terror a bordo: 17 histórias turbulentas", antologia organizada por Stephen King e Bev Vincent


Stephen King odeia voar e está pronto pra compartilhar esse medo com você em "Terror a bordo: 17 histórias turbulentas", uma antologia que reúne histórias inéditas de Joe Hill e Stephen King, além de textos clássicos de mestres como Richard Matheson, Ray Bradbury, Dan Simmons e muitos outros.

SINOPSE: Apertem os cintos para esta antologia de contos turbulentos, com curadoria do mestre do terror e autor best-seller mundial, Stephen King, e do colunista da famosa revista de terror Cemetery Dance, Bev Vincent. Stephen King odeia voar. E agora, junto com seu coeditor Bev Vincent, ele está pronto para compartilhar esse medo com você. Bem-vindos a Terror a bordo, uma antologia sobre tudo que pode dar terrivelmente errado quando se está a 20 mil pés de altura, cortando os céus a 800 km/h, preso em uma caixa de metal com centenas de desconhecidos. Aqui você vai encontrar todas as maneiras como sua agradável viagem pelos ares pode se transformar em um pesadelo, incluindo algumas formas que você nunca imaginou… mas que vai imaginar da próxima vez em que estiver atravessando a ponte de embarque e entregando sua vida nas mãos de um estranho. Incluindo histórias inéditas de Joe Hill e Stephen King, além de catorze contos clássicos e um poema de mestres como Richard Matheson, Ray Bradbury, Roald Dahl, Dan Simmons e muitos outros, Terror a bordo é, nas palavras de Stephen King, “perfeito para ler em aviões, principalmente durante aterrisagens turbulentas”.

"Terror a bordo" já entrou em pré-venda e será comercializado nas livrarias a partir do dia 17 de fevereiro. 


Páginas: 288 | Gênero: Ficção/Contos/Terror | Adicione: Skoob | Autores: vários | Editora: Suma (Companhia das Letras) | Compre: Amazon - E-book ou Físico 


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Sugestão de pauta ou parceria: pedronascimentojor@gmail.com

Lançamento: "Vermelho, Branco e Sangue Azul", de Casey McQuiston


O que pode acontecer quando o filho da presidenta dos Estados Unidos se apaixona pelo príncipe da Inglaterra?

SINOPSE: Quando sua mãe foi eleita presidenta dos Estados Unidos, Alex Claremont-Diaz se tornou o novo queridinho da mídia norte-americana. Bonito, carismático e com personalidade forte, Alex tem tudo para seguir os passos de seus pais e conquistar uma carreira na política, como tanto deseja. Mas quando sua família é convidada para o casamento real do príncipe britânico Philip, Alex tem que encarar o seu primeiro desafio diplomático: lidar com Henry, irmão mais novo de Philip, o príncipe mais adorado do mundo, com quem ele é constantemente comparado – e que ele não suporta. O encontro entre os dois sai pior do que o esperado, e no dia seguinte todos os jornais do mundo estampam fotos de Alex e Henry caídos em cima do bolo real, insinuando uma briga séria entre os dois. Para evitar um desastre diplomático, eles passam um fim de semana fingindo ser melhores amigos e não demora para que essa relação evolua para algo que nenhum dos dois poderia imaginar – e que não tem nenhuma chance de dar certo. Ou tem? 

"Vermelho, branco e sangue azul é escandalosamente divertido. É romântico, sexy, espirituoso e emocionante. Amei cada segundo." – Taylor Jenkins Reid, autora de Daisy Jones & The Six e Os sete maridos de Evelyn Hugo.


Páginas: 392 | Gênero: Ficção/LGBT/Humor | Adicione: Skoob | Editora: Seguinte | Compre: Amazon - E-book ou Físico

Mulheres e ficção: Virginia Woolf fala sobre literatura e presença feminina


Em setembro, a Penguim Companhia, do Grupo Companhia das Letras, lançou “Mulheres e ficção", coletânea de ensaios de Virginia Woolf sobre literatura e presença feminina. Vamos descobrir um pouco mais sobre a autora?

virginia woolf é hoje considerada uma das maiores escritoras do século xx, grande romancista e ensaísta, bem como figura de destaque na história da literatura como feminista e modernista. Nascida em 1882, era filha de um editor e crítico, Leslie Stephen, tendo sofrido fortes traumas na adolescência devido às mortes de sua mãe em 1895 e da meia-irmã Stella em 1897, que a deixaram vulnerável a colapsos nervosos pelo resto da vida. Seu pai morreu em 1904 e, dois anos depois, seu irmão predileto, Thoby, faleceu repentinamente de tifo. Junto com a irmã, a pintora Vanessa Bell, ela se relacionou com diversos escritores e artistas, tais como Lytton Strachey e Roger Fry, no que mais tarde foi conhecido como o Grupo de Bloomsbury. Nesse meio, conheceu Leonard Woolf, com quem se casou em 1912 e fundou a Hogarth Press em 1917, responsável pela publicação das obras de T.S. Eliot, E. M. Forster e Katherine Mansfield, assim como das primeiras traduções de Freud. Woolf levou uma vida muito ativa entre amigos e familiares, trabalhando como revisora e autora, dividindo seu tempo entre Londres e Sussex Downs. Em 1941, temendo novo surto de doença mental, cometeu suicídio, afogando-se.

Seu primeiro romance, A viagem, foi publicado em 1915, após o que ela trabalhou no livro de transição Noite e dia (1919) até chegar ao romance altamente experimental e impressionista intitulado O quarto de Jacob (1922). A partir de então, sua produção ficcional tomou a forma de uma série de experimentos brilhantes e extraordinariamente variados, cada qual buscando um novo modo de apresentar a relação entre vidas individuais e as forças da sociedade e da história. Ela se preocupava em particular com a experiência das mulheres, não apenas nos romances mas também nos ensaios e nos dois livros de polêmicas feministas, Um teto todo seu (1929) e Three Guineas (1938). Seus principais romances incluem Mrs. Dalloway (1925), Ao farol (1927), a fantasia histórica Orlando (1928), escrita para Vita Sackville-West, a visão extraordinariamente poética de As ondas (1931), a saga de família Os anos (1937) e Entre os atos (1941). Todos esses romances foram publicados pela Penguin inglesa, assim como Os diários de Virginia Woolf, volumes i-v, seleções dos ensaios e contos, e Flush (1933), uma reconstrução da vida do spaniel de Elizabeth Barrett Browning.



Nessa coletânea, a editora reuniu os ensaios: Mulheres e ficção, Ficção moderna, O leitor comum, Jane Austen, Jane Eyre e O morro dos ventos uivantes, Como se deve ler um livro?, Geraldine e Jane, “Eu sou Christina Rossetti” e o ensaio Pensamentos de paz durante um ataque aéreo. 

“Porque sobre as mulheres muito pouco se sabe. […] De nossos pais sempre sabemos alguma coisa, um fato, uma distinção. […] Mas de nossas mães, de nossas avós, de nossas bisavós, o que resta? Nada além de uma tradição. Uma era linda; outra era ruiva; uma terceira foi beijada pela rainha. Nada sabemos sobre elas, a não ser seus nomes, as datas de seus casamentos e o número de filhos que tiveram.”

Páginas: 104 | Gênero: Ensaios | Compre: Amazon - E-book ou Físico



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Correio Literário #19: Dezembro e Janeiro - 2018/2019


Oi, pessoal! Tudo bem por aí? 

Após dois meses sem a coluna, hoje irei mostrar para vocês tudo o que chegou para o blog em dezembro e janeiro. Têm recebidos do Grupo Companhia das Letras (editoras Seguinte, Suma e Objetiva), Ler Editorial, Editora Penalux e até presente de amigo secreto. Livros que há muito tempo eu gostaria de ler e outros que foram uma grata surpresa recebê-los para ler e contar tudo para vocês. 

TAG: Acumulador de Livros


Oi, pessoal!

Passeando pelo blog Re.View, encontrei uma Tag bem legal chamada Acumulador de Livros. Ela consiste em responder algumas perguntinhas sobre minhas experiências literárias e livros que tenho na estante. Com certeza vocês irão curtir. 

Resenha: "Se não eu, quem vai fazer você feliz?", de Graziela Gonçalves

Resenha por: Divaldo Azevedo 
Obra: Se não eu, quem vai fazer você feliz?
Autora: Graziela Gonçalves
Editora: Paralela (Companhia das Letras)
Gênero: Não-Ficção/Memórias/Autobiografia/Música 
Páginas: 264
Ano: 2018
Onde Comprar: Amazon - Físico ou E-book
Adicione: Skoob
Nota: ★★★★★
Livro cedido pela editora.
SINOPSE: Um dos maiores ícones do rock nacional, Alexandre Magno Abrão, o Chorão, conquistou o Brasil sobretudo pela sua entrega na hora de compor e cantar. Essa mesma intensidade marcou a história de amor ímpar vivida com Graziela Gonçalves, que conta neste livro como o relacionamento de quase vinte anos dos dois a transformou para sempre. Ela conheceu o cantor antes de sua banda estourar e se tornar uma das mais populares do país. Com suas ideias e seu apoio, Grazi teve participação importante na construção do sucesso do Charlie Brown Jr. Foi a grande musa de Chorão, que escreveu inúmeras letras inspirado nela. Como companheira de Alexandre, passou com ele os melhores e os piores momentos, e o ajudou a enfrentar a dependência química, que o levou, tragicamente, à morte em 2013. "Se não eu, quem vai fazer você feliz?" não vai tocar apenas os fãs de Chorão. Mesmo sem conhecer sua música, é impossível não se emocionar com a força desse amor que sobreviveu à fama, às crises e até à morte — e que é homenageado neste livro.

🎵👫💓

Como fã da banda Charlie Brown Jr., sou suspeito a falar sobre esse livro. Essa era a banda do momento na minha adolescência e, claro, fiquei muito triste com a notícia da morte do Chorão. Nem acreditei no jornalismo quando noticiou. 

Quando fiquei sabendo que a Graziela escreveu o livro, fiquei muito curioso para ler, e consegui ler super rápido.